Sonhos pessoais

01/04/2006

TEMA: Sonhos pessoais
OBJETIVO: Falar sobre os desejos para o futuro e provocar uma reflexão afim de que nossos sonhos sejam repensados e redefinidos tendo em vista nosso objetivo maior, a felicidade.
IDADE: 11 a 16 anos
MATERIAL: papel e lápis para cada alunos.

DINÂMICA:

1º momento:

Iniciar a conversa falando sobre nossos sonhos pessoais. Perguntar para os alunos quais são seus sonhos?

Nota: Quando realizamos esta aula, os alunos responderam: Ser o melhor jogador de futebol do mundo e conhecer os Back Street Boys

Começar a perguntar sobre a questão da possibilidade de realização do sonho. É possível que o fulano seja o melhor jogador do mundo? É impossível? Discutir..

Todo sonho é possível de ser realizado. Não podemos garantir que iremos conseguir, mas também não podemos dizer que é impossível. O trabalhador Lula tinha um sonho de ser presidente. Se ele contasse para alguém na época, ninguém iria acreditar, mas o sonho foi realizado.

Falar um pouco sobre a utilidade. Será que conhecer os Back Street Boys vai mudar alguma coisa na minha vida. Vai me ajudar a evoluir de alguma forma? Após realizar este sonho eu vou ter meu conhecimento aumentado, ou ou ter melhorado em alguma coisa ou ele só ai realizar meu desejo?

Atenção: Não podemos desmerecer o sonho de ninguém, só estamos provocando uma reflexão. Não é por que o sonho não vai fazer muita diferença na minha vida que eu não vou procurar realizá-lo. Só temos que sempre ter em mente a real utilidade do sonho!

Quais são as qualidades que a pessoa precisa ter para realizar o sonho. O Ronalidinho Gaúcho foi eleito o melhor jogador de futebol do mundo por alguns anos consecutivos. Garanto que existem outros 200 jogadores que têm este mesmo sonho, mas só o Ronaldinho que conseguiu realizá-lo? Entre outras coisas quais são as qualidades que ele tem que possibilitou chegar onde ele queria? O estudo foi importante?

Pepê e Neném tiveram suas carreiras destruídas pelo empresário por que não sabiam ler e escrever…

Pode-se falar sobre os tipos de sonhos. Citei que entre os meus sonhos estão o de ter uma empresa e ser mais paciente, ou seja, os sonhos podem estar relacionados a características que queremos ter no futuro. Enfim, podem estar relacionado com o “ter” e com o “ser”.

2º momento:

Depois que todos já exercitaram a mente sobre o tema, dar um papel e um lápis pra cada um. Pedir para que eles escrevam o nome e se tiverem vergonha, fazerem uma marcação na página de modo que consigam identificar depois que aquele papel era o deles. O ideal é que os alunos possam estar em roda.

Cada aluno irá escrever um sonho que tem na folha de papel. Exemplos: ganhar um celular, ser mais calmo, ser um médico. Quando todos terminarem, pedir para que eles passem o papel para o colega da direita.

O colega irá escrever uma sugestão de algo que deve ser feito para que se consiga realizar o sonho.

Quando todos acabarem pedir para passarem novamente para o colega da direita.

Cada um deverá então escrever uma qualidade necessária para se alcançar o sonho. Após terminado passar para o colega ao lado.

Obs: É importante ir falando o que vão escrever conforme os papéis vão sendo passados. Adiantar tudo que eles vão escrever só cria confusão.

Numa próxima rodada o colega seguinte vai escrever um defeito que a pessoa não pode ter para conseguir realizar o sonho. Finalizado, passar para o colega do lado direito.

Cada um escreverá agora alguma coisa que o dono do sonho terá que estudar para realizá-lo. Quando todos acabarem passar novamente para o colega da direita.

Por fim, cada um escreverá sua opinião pessoal sobre a utilidade e a dificuldade deste sonho.

Terminado, todos se levantam para procurar seus papéis de origem. Cada um irá ler o que os colegas escreveram para ver se está de acordo com sua opinião pessoal e poder refletir sobre as diferenças.

É importante ratificar que o que está escrito é uma opinião dos colegas e não precisa ser levada como verdade absoluta. Utilizar as sugestões e opiniões do colega como material para reflexão.

2º momento – concluir:

Falar sobre a necessidade de lutarmos pelo que sonhamos e de ir em frente com garra. O sonho é o primeiro passo, mas ele não é nada sem a nossa pró-atividade em direção a realizá-lo. Temos que ter força de vontade e acreditar que somos capazes de realizar nossos sonhos, é só uma questão de tempo ou encarnações.

Mas o mais importante não é sairmos em busca de realizar todos os nossos sonhos de qualquer maneira. Antes disso precisamos pensar bem se é um sonho que vale a pena investir.

Todos nós temos um sonho em comum. Vocês sabem qual é? Todas as pessoas têm um mesmo sonho que está acima de qualquer sonho aqui comentado. Este sonho é a felicidade.

A felicidade é um sonho difícil de se realizar, vai demorar tempo, mas é o único que temos a absoluta certeza que conseguiremos atingir. Na verdade todos os outros sonhos que criamos têm, no fundo, o objetivo de chegar a felicidade. Muitos deles fogem completamente, mas é por simples ignorância nossa. Mas não tem problema, por que o máximo que pode acontecer é percebermos que não era bem esse sonho que você deveria ter corrido atrás.

Por isso, entre investir ou não, com medo de não ser o certo, o melhor é sempre investir. Você sempre estará ganhando.

Para encerrar, vamos repensar nossos sonhos e tentar descobrir se quando os alcançarmos, iremos estar mais perto da felicidade. Caso a resposta seja sim, mãos a massa e bom trabalho!

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Sonho – Dinâmica dos Desenhos

01/04/2006

TEMA: Sonho – Dinâmica dos Desenhos
OBJETIVO: Mostrar como encaramos o trabalho dos próximos e sugerir uma reflexão sobre cmo podemos mudar nosso ponto de vista.
IDADE: 11 a 16 anos
MATERIAL: papel e lápis para cada alunos.

DINÂMICA:

1º momento:

Primeiramente começar falando sobre a questão dos fluidos e energia. Dizer que somos compostos do fluido cósmico universal e que ele, dependendo do seu estado, compõe tanto nosso espírito como nosso corpo e qualquer matéria, assim como a água que dependendo do calor, passa do estado sólido, para o líquido e para o gasoso.

O espírito se liga ao corpo por meio do cordão de prata que é um fluido energético. Quando morremos, o espírito se desliga do corpo e o cordão de prata é rompido. Quando dormimos, o espírito se desliga do corpo mas o cordão de prata permanece ligando o corpo ao espírito.

Então ao dormir nós, como espíritos, podemos realizar tarefas, ir para outros lugares e conversar com outros espíritos desencarnados e outros que estejam dormindo também. Muitas vezes nossos sonhos são estas atividades que realizamos. Alguém já sonhou que esteve em outro estado ou país? Será que foi possível estar lá? Não podemos garantir, mas é uma possibilidade.

Depois de introduzir o assunto pedir que os alunos falem um pouco sobre seus sonhos e comentar.

2º momento:

Colocar os alunos em roda e dar para cada um, papel e um lapis. Pedir para que cada um coloque o nome e desenhe um sonho. Pode ser um sonho que já teve ou que alguém lhe contou. Qualuqer situação de sonho.

A cada 3 minutos mais ou menos, interromper e pedir para que cada um passe o desenho que está fazendo para o colega do lado direito. O colega ao lado deverá continuar o desenho. Não é permitido falar o que estava desenhando ou o que queria desenhar. Deixar que o colega do lado continue do seu jeito.

Repetir o processo por n vezes necessárias para os desenhos começarem a se esgotar, por falta de espaço no papel ou idéia dos alunos.

Depois pedir para que todos levantem e peguem o seu desenho inicial. Pedir para que cada um comente o que achou do seu próprio desenho que foi completado pelos colegas, podendo dar uma nota de 1 a 10.

Nota: Quando realizamos esta aula eles disseram que o desenho ficou: estragado, ridículo, estranho, esquisito, muito feio, horrível, maluco, péssimo, ruim. A média das notas foi 2 e em alguns casos eles falaram mal especificamente de um pedaço do desenho.

3º momento – concluir:

Nós temos a tendência de não aceitar o trabalho do outro, principalmente quando nós iniciamos. Embora o outro tenha feito um trabalho bom, não conseguimos enxergar a beleza somente por que não foi realizado como estávamos imaginando.

Se olharmos para o desenho novamente e analizarmos. O desenho apresentado não poderia ser um sonho? Os sonhos não são todos loucos mesmo? Então por que desqualificamos? Se nós que tivéssemos feito o desenho, teríamos dado nota 10 e falado que ficou maravilhoso.

Ninguém aqui na sala é um artista e utilizou técnicas para fazer um desenho mais bonito. Todos estão no mesmo nível e todos estão bons! Precisamos mudar nosso ponto de vista e enxergar o trabalho do outro de acordo com o real resultado e não com o que esperávamos. Nesta caso nunca sairia um desenho conforme nossas expectativas, é muito difícil disso acontecer, mas não é por isso que o desenho está estragado, ridículo e horrível como vocês falaram.

Alguns falaram que o pedaço tal ficou ridículo. Imagina agora a pessoa que desenhou esse pedaço. Ela pode estar se sentindo mal com a sua observação. Lógico que a aula é justamente pra causar isso pra que vocês possam refletir e ninguém aqui vai ficar chateado com o outro por causa dos comentários, mas temos que perceber que sem querer, às vezes, ofendemos o outro com o que falamos.

Temos que ter muito cuidado ao falar sobre o trabalho dos colegas. Vocês irão passar por esta situação na faculdade e no trabalho e terão que saber como lidar com isso. Essas recomendações funcionam para o trabalho do próximo como para ele mesmo. As vezes julgamos as pessoas pelo que esperamos dela e não conseguimos mudar nosso ponto de vista para ver o que a pessoa tem de melhor.

Cada um leva para casa o seu desenho, para guardar e sempre lembrar destas lições.