Fama e Sucesso (2)

29/09/2005

Trabalhamos uma segunda opção para o tema FAMA E SUCESSO, pois a experiência com o grupo de adolescentes e jovens nos mostrava mais uma vez, como eles valorizam tudo aquilo que é representado e que é o resultado de se ter FAMA E SUCESSO, sem refletir muito sobre o assunto, baseado nas imagens que a mídia, as novelas e as revistas passam como verdades.

DINÂMICA: desta vez, não vamos colocar para o grupo qual é o tema da aula, pois a reflexão final fará com que eles possam concluir sobre o que estivemos falando o tempo todo.
A dinâmica é feita através de pequenos cartazes (formato A4, por exemplo) que serão exibidos ao longo da aula. Nestes cartazes daremos duas opções em texto, de variadas situações, para que cada um possa ler e escolher a que melhor lhe convém. Ao exibir o cartaz, perguntamos: “O que você prefere? Que opção representa mais o que você é?”

Exemplos de textos para os cartazes:
TER A SUA PRIVACIDADE x SER FOTOGRAFADO POR TODO MUNDO
SER VOCÊ MESMO x VIVER UM PERSONAGEM
Mc LANCHE FELIZ x LASANHA da VOVÓ
NAMORAR x FICAR
DORMIR TRANQUILAMENTE x RECEBER TELEFONEMAS DE MADRUGADA
PAZ e ALEGRIA x DINHEIRO e PODER
PODER ESCOLHER O QUE FAZER x TER COMPROMISSOS AGENDADADOS
SER COMUM e SIMPLES x SER O CENTRO das ATENÇÕES
PASSAR DESAPERCEBIDO x VER OS OUTROS COMENTANDO A SUA VIDA
UM SÁBADO NA PRAIA x UM SÁBADO TRABALHANDO
RELÓGIO NIKE x LIVRO DO HARRY POTTER
JOGAR VÍDEO-GAME x IR A ESCOLA
CABELOS LISOS x BOM HUMOR
OLHOS AZUIS x PACIÊNCIA

A cada cartaz exposto, o coordenador do grupo irá esclarecendo melhor cada idéia, pois algumas delas trazem uma primeira impressão de realização, mas se forem analisadas melhor, o jovem irá se acostumar a refletir sobre suas escolhas. É o caso de TER A SUA PRIVACIDADE x SER FOTOGRAFADO POR TODO MUNDO. Parece ser muito bom ser o centro dos interesses de todos, mas na realidade você ser o tempo todo observado, acompanhado, comentado, requer muita maturidade, humildade e até paciência, por exemplo.

Para o final, avaliar as escolhas em confronto com o que o jovem quer para si, se houve coerência nos critérios escolhidos com aquilo que ele deseja para sua vida.

Anúncios

Fama e Sucesso

28/09/2005

DINÂMICA: através da experiência de evangelização em comunidade carente, percebemos a necessidade de conversar sobre a fama e o sucesso, que aparece como prioridade para os jovens e como a solução de seus problemas.

A dinâmica é feita através da leitura de duas histórias que acontecem paralelamente. Seria interessante o uso de um relógio, que marcará as horas em que estarão acontecendo as cenas. O relógio deverá ser grande, do tipo de parede ou então de brinquedo, para que todo o grupo possa ver e para quebrar a monotonia da leitura.

Uma das histórias é sobre o João Silva, a outra sobre Fred del Rey.
O horário inicial da narrativa é 8h da manhã. João está na porta de casa, de saída para o trabalho. Fred está confortavelmente dormindo em sua cama. João carrega sua pasta de papéis e um pacote pequeno na mão. Fred dorme numa cama grande e macia em lençóis de seda e travesseiros de plumas.
8h30m: João está na rua, conversando com um homem, que encontrou no trajeto para o trabalho e, pelas suas roupas e aparência, podemos concluir ser um morador carente. Enquanto isso, Fred continua em seu quarto, na sua cama dormindo …
9h: João chega ao trabalho, passando por diversas pessoas, cumprimentando-as, dando “Bom Dia!” O dia já começou para João, com suas responsabilidades e compromissos.
Fred, pelo que parece, tem outros horários e pode continuar dormindo.
13h: É hora do almoço. João está na rua e provavelmente já almoçou. Neste momento, ele está próximo a uma mãe e seus três filhos, sendo que um deles está no colo, pois ainda é um bebê. São moradores de rua e João, que já despertou sua atenção para nossos irmãos em necessidade, está conversando com eles.As vezes basta um ouvido amigo, e as coisas parecem melhores. Enquanto isso, Fred está acordando. Depois de um longo sono, ele se prepara para um farto café-da-manhã…”hummm! que delícia!”
15h: Ambos estão ao telefone. João marca visitas aos seus clientes, esclarece dúvidas de uns, conversa com outros. Fred está conferindo sua agenda do dia. Fala ao celular, atende o telefone fixo, organiza suas tarefas.
17h: João está na porta do elevador, o expediente terminou e ele está voltando para casa. Fred acaba de sair da garagem em seu carro e tem uma multidão gritando, mandando beijos e pedindo autógrafos. Fred deve ser alguém bem conhecido, a multidão grita em coro seu nome!
19h: João esta na mesa, jantando com sua mulher e seu filho. Eles conversam sobre o que fizeram durante dia, trocam suas experiências. Fred está na porta de um estúdio, dando uma entrevista, outra multidão está acompanhando emocionada, o clima é muito animado!
20h30m: João e sua mulher estão na cozinha preparando uma série de sanduíches e colocando em sacolas. Fred acaba de encontrar com alguns amigos e estão todos muito felizes por estarem juntos.
22h: João está na rua novamente. Na sua frente, uma fila de pessoas aguardam pacientemente enquanto ele distribui as sacolas com sanduíche. Cada um recebe uma, não sem antes João papear um pouquinho: “como foi o seu dia? Tem conseguido algum trabalhinho? A dor na perna melhorou?” No outro lado da cidade, Fred está em um restaurante conversando animadamente com seus amigos, planejando o restante da noite.
23h: É noite, está ficando tarde e João está na sua casa, no seu quarto, dormindo ao lado da mulher. Para Fred a noite mal começou. Ele e seus amigos estão dançando naquele bar da moda, o som é muito bom, a freqüência é ótima e é impossível não se divertir.
3h: Madrugada…João está dormindo. Fred se reúne com os amigos em casa para conversarem mais um pouquinho, todos ainda estão animados e querem aproveitar, mais um pouco desta noite tão divertida.
5h30m: João ainda dorme. Fred está indo para sua cama dormir.

A história não termina aí. Mas antes de continuar, é importante chamar atenção para alguns pontos:
– tanto João como Fred são felizes como são e como agem;
– não cabe o julgamento se um deles está certo e se o outro está errado;
– cada um está em um momento e isto é respeitado;
– no caso de João, ele age naturalmente no auxílio aos necessitados, já é um comportamento adquirido, é feito naturalmente;
– no caso do Fred, mas não há envolvimento com drogas ou bebidas, para a história isto é secundário;
– para cada um deles, suas escolhas é que direcionam seu comportamento.

PARTE FINAL: Vamos imaginar, passado alguns anos, o desencarne dos dois personagens. Deixar o grupo refletir um pouco.
João chega à espiritualidade e é recebido por um grupo enorme. Muitos acenam, lhe abraçam, o ambiente é leve e bem iluminado, podemos observar toda a paisagem. Há muitos familiares e amigos, mas há também rostos desconhecidos que expressam profundo agradecimento. João está desperto e feliz.
Fred acorda meio desnorteado, não consegue entender muito bem o que está se passando. Está escuro à sua volta, ele está praticamente sozinho e só consegue escutar sons que, na verdade, não distingue o que são. É tudo muito confuso e ele se pergunta: “o que aconteceu afinal?”

Reflexão para o grupo: escolhas e valores
João, em seus gestos espontâneos, seu interesse pelo próximo, aumentou sua rede de relações de espíritos ligados e harmonizados com ele.
Fred, por sua vez, ainda é muito ligado ao sensório, ao material e sua rede de interesses atuam apenas quando encarnado.


Com o que nos ocupamos

28/09/2005

Material: pote de vidro transparente, 2 a 3 grupos de bolas de tamanhos em ordem decrescente (ex: bolas de pingue-pongue, bolas de gude, bolas de plástico tipo perereca ); areia e uma de garrafa de água ou bolas pequenas de isopor ( de enchimento de almofada ).

Dinâmica: em um pote de vidro vazio, colocam-se as bolas maiores (bolas de pingue-pongue) e pergunta-se a turma: ” Vcs acham que está cheio ? “.
A resposta provável é : ” Sim ! ”

Em seguida, coloca-se o grupo de bolas de tamanho menor que as de pingue-pongue ( bolas de gude), que preenchem os vazios deixados pelas bolas de pingue-pongue e pergunta-se novamente a turma: ” Vcs acham que está cheio ? “. A resposta desta vez deve ser: ” talvez ! ”

Na próxima etapa, existem duas opções: usar a areia e em seguida a água ou usar as bolinhas de isopor.
Coloca-se a areia que infiltra-se nos pequenos espaços deixados pelas bolas de pingue-pongue e pelas bolas de gude. Pergunta-se a turma : “E agora, será que está realmente cheio? “. A resposta deve ser: ” Sim ! ” .
Acrescenta-se a água que, sem transbordar, vai sendo absorvida pela areia, e aí sim, não sobra espaço para se colocar mais nada.” Agora está realmente cheio !”
Se vc preferir usar as bolinhas de isopor, elas também preencherão os vazios deixados pelas outras bolas, mas a experiência termina aí, sem o uso da água.

Reflexão com o grupo: as bolas de pingue-pongue representam as coisas importantes de nossas vidas: Deus, a família, os amigos, o desenvolvimento dos nossos valores morais, nossa saúde, que representam a verdadeira felicidade. Se fossem colocados por último, não teria espaço para elas no pote.
As bolas de gude são outras coisa que importam, como o trabalho, o estudo, a nossa casa. O resto é o resto e encontrará o seu lugar.
Ao final, inverter a experiência, alterando a ordem de colocação das bolas para se chegar a conclusão que não cabe a mesma quantidade de bolas usadas anteriormente.
O mesmo ocorre com nossas vidas: se gastamos tempo e energia com pequenas coisas, não temos lugar para as coisas realmente importantes.


Conta Bancária

27/09/2005

DINÂMICA:
1º momento: estaremos simulando a abertura de uma conta corrente para cada aluno. A sala de aula é o Banco, o coordenador do grupo é o bancário. Cada um recebe uma quantia para a abertura da conta. Para ficar mais real, será necessário confeccionar as notas de dinheiro no computador ou, como sugestão, podem ser usadas as notas do jogo Banco Imobiliário, pois o manuseio do dinheiro enriquece esta dinâmica, já que cada correntista irá ter perdas ou ganhos em sua conta.
Estipula-se um valor inicial igual para a abertura da conta de todos os correntistas.
Os depósitos e as retiradas da conta corrente obedecem as seguintes regras:
– fazemos depósitos em nossa conta toda vez que somos confiáveis, que somos honestos, quando mantemos a palavra, não fazemos fofoca, não julgamos o outro, etc.
– fazemos retiradas toda vez que somos agressivos, falamos palavrão, cheios de arrogância, maus ouvintes, não damos bom-dia, etc.
– para cada retirada serão necessários quatro depósitos para que o saldo volte a ficar como antes.

2º momento: criar uma história com o grupo para experimentarmos nossos depósitos e retiradas e verificarmos qual será o saldo de nossa conta. Um bom exemplo é a chegada de um aluno novo na sala. Como o recebemos? Será que o acolhemos ou o deixamos de lado? Reparamos seus defeitos, como uma orelha de abano ou uma voz fina, e rimos com o grupo? Fazemos companhia no recreio ou o deixamos isolado?

3º momento: podemos escolher uma passagem na história de Jesus e verificar quantos depósitos Ele fez.

4º momento: deixar com o grupo a seguinte reflexão: como cada um se vê? Sua característica principal faz mais retiradas ou depósitos em seus relacionamentos?
Qual seu saldo final?


Supermercado no Céu

27/09/2005

DINÂMICA: criar na sala de aula, um pequeno supermercado onde os produtos que estão nas prateleiras tem seus rótulos originais substituídos pelas palavras: fé, paciência, riqueza, perdão, entusiasmo, compreensão, beleza, sabedoria, humildade, entre outros (será preciso preparar anteriormente as embalagens para a aplicação da aula).

Pedir ao grupo que faça a sua lista de compras, levando em conta aquilo que eles estão precisando desenvolver ou adquirir. Por exemplo, se hoje já consigo controlar minha impaciência perante as situações, só vou comprar uma unidade de “paciência” para me certificar de que continuarei fazendo bom uso dela; mas, se eu sou ainda muito intolerante com as pessoas, preciso de pelo menos cinco produtos “compreensão” e pelo menos dois de “humildade”.

Simular as compras com variedades como: produtos em “oferta”, “pague um e leve dois”, “promoção relâmpago”.

Através desta brincadeira de compras, o grupo poderá refletir sobre suas necessidades, valorizar suas virtudes já conquistadas e analisar sobre aquelas que deve se esforçar para adquirir.

Esta dinâmica é baseada no texto “SUPERMERCADO NO CÉU” do livro A LUZ DISSIPA AS TREVAS, vol. 2, seleção de Paulo Daltro de Oliveira.


As Maravilhas do Mundo

27/09/2005

DINÂMICA:
1º momento: listar com o grupo quais são As Maravilhas do Mundo, coisas que eles valorizam e admiram ou coisas que eles têm e que achem realmente importantes.
Esta lista acaba sendo feita de coisas materiais ou coisas muito próximas a eles, como: minha mãe, a Disney, o meu cachorro, etc.

2º momento: de posse da lista, fazer com o grupo uma experiência prática, usando-se como material : venda para os olhos e para a boca, tampão para os ouvidos , luvas de borracha, corda para amarrar as pernas ou os braços.

Eleger um voluntário e criar uma situação em que ele não possa ver: por exemplo, achar a porta de saída da sala;
Eleger outro voluntário e criar uma situação em que ele não possa ouvir: por exemplo, um alarme de incêndio tocando e o prédio sendo evacuado;
Com outro voluntário, criar uma situação em que ele não possa tocar: por exemplo, tirar a sensibilidade das mãos com o uso das luvas de borracha onde ele não perceba o frio ou o quente, o áspero ou o liso;
Para a próxima situação, usar as cordas, amarrando uma perna ou um braço : pedir ao voluntário que simule o uso do banheiro, que suba num ônibus ou pegue alguma coisa.

Diversas situações podem ser experimentadas e o grupo chegará sozinho a conclusão de que as maravilhas do mundo são: enxergar, ouvir, tocar, provar, sentir, rir, amar.

3º momento: levar para o grupo histórias de pessoas que, embora tenham alguma destas limitações, superaram e venceram, como por exemplo pessoas que não tem os braços e pintam com a boca; deficientes visuais que tocam instrumentos; tetraplégicos que concorrem em maratonas, etc.
Exemplos de determinação, coragem e fé.


Livre Arbítrio – Redação Rotativa

16/09/2005

TEMA: Livre Arbítrio
OBJETIVO: Provocar uma reflexão, através da dinâmica, sobre a relação entre o Livre Arbítrio e a Lei de Causa e Efeito.
IDADE: 11 a 13 anos
MATERIAL: 30 folhas de papel, 30 lapis, borracha, apontador

O material prevê uma turma com 30 alunos. Altere conforme a necessidade.

DINÂMICA:

Vamos contar a estória de Pedrinho, o surfista CDF.

“Pedrinho já era conhecido na escola onde estudava, campeão de surf e excelente aluno. Ninguém entendia como ele conseguia conciliar as atividades. Sempre tirou notas boas, estudava e ao mesmo tempo amava ir à praia para surfar. Todo o final de semana ele treinava na praia de São Conrado para as competições.

Era uma sexta-feira, o tempo estava bom, a meteorologia previa dia de sol para sábado, perfeito para Pedrinho treinar surf para o campeonato que iria acontecer no domingo. Ele estava na aula de matemática quando o professor anunciou que daria um teste “surpresa” na segunda-feira. A turma ficou em pânico! Sem pensar, Julia, que tinha um pouco de dificuldade na matéria chamou Pedrinho para estudar na casa dela no sábado para que ele pudesse ajudá-la.

Pedrinho não sabia o que fazer, se ele fosse estudar, não poderia ir para a praia treinar para o campeonato, mas teria mais chances de passar na prova, porém ele já era bom naquela matéria e mesmo sem estudar conseguia tirar a nota mínima para passar. Mas existia um outro fator, a sua amiga estava precisando de ajuda na matéria, será que valia a pena deixar de treinar para ajudá-la. Ele iria correr o risco de perder o campeonato, mas teria mais chances de ir bem na prova e continuar sendo o melhor aluno da sala. O que será que eu faço, pensou Pedrinho.”

Neste momento o orientador pede para que os alunos completem a estória dizendo como foi o dia de sábado de pedrinho.

“Sábado Pedrinho acordou e…”

Quando todos completarem, pedir para que eles se unam em duplas. Um contará a sua estória para o outro. Depois de contado eles trocam de papel e um continua a estória do outro, contando como foi o dia de domingo, no campeonato.

“Domingo, Pedrinho acordou cedo, às 8:00h já estava na praia, pronto para o campeonato.”

Ele foi bem? Conseguiu ganhar? Ficou em segundo lugar? Os estudos atrapalharam? O treino ajudou? Como ficaram as estórias?

Depois de terminado os alunos destrocam os papéis e finalizam a sua própria estória, que foi completada pelo colega, contando o dia de segunda feira.

“Pedrinho estava cansado na segunda, mas não teve jeito, estava lá na prova, na hora que o professor marcou…”

Pedrinho foi bem na prova? Conseguiu passar? Tirou a nota mínima ou foi muito bem? As escolhas que ele fez no final de semana ajudaram ou atrapalharam a prova?

Quais foram as causas que levaram Pedrinho ir bem na prova?
E quais foram as causas que levaram ele se dar mal?
De quem era a responsabilidade sobre a prova?

Existe uma lei chamada de Causa e Efeito.

Essa lei diz que para cada ação e decisão que tomamos, haverá uma consequencia. As ações são as causas e as consequencias são os efeitos.

Quem pode me citar as causas e efeitos na estória do Pedrinho?

Através desta lei, Deus nos torna responsáveis por todos os atos livremente cometidos. Na prática, quer dizer que tudo o que fazemos retorna a nós mesmos, e retorna de maneira automática.

Alguns exemplos:

  • se não estudamos (causa), tiramos notas baixas (efeito)
  • se exageramos na comida (causa), temos uma indigestão (efeito)
  • se fazemos o bem (causa), recebemos o bem (efeito)
  • se descuidamos da saúde (causa), ficamos doentes (efeito)
  • se costumamos brigar com todo mundo (causa), terminamos sozinhos (efeito)

A lei de causa e efeito atravessa encarnações. Então posso estar sofrendo as consequências hoje de alguma coisa que fiz a alguns milhares de anos atrás. Mas não precisamos ficar preocupados com o que já fizemos, o mais importante é passarmos a fazer coisas boas agora, para o quanto antes colhermos consequências boas para nossas vidas.

Temos a liberdade de escolha, é o nosso livre arbítrio, mas temos a responsabilidade sobre nossos atos.

BIBLIOGRAFIA:
http://www.ger.org.br/causa_e_efeito.htm