Caso Miguel: Não devemos julgar os outros

14/07/2006

TEMA: Como julgamos os outros
OBJETIVO: Mostrar através de uma estória como é fácil julgarmos os outros e principalmente como não devemos fazer isto.
IDADE: 11 a 13 anos
MATERIAL: painéis preparados.
PREPARAÇÃO:

Iremos preparar 6 painéis com pedaços da estória. Pode ser feito com papel cartolina ou papel pardo. Se possível fazer umas ilustrações para descontrair. Cada relato é um painél.
Relato do padeiro:

Esse menino não é muito certo da bola não. Ás vezes, cumprimenta a gente,o utras vezes parece que nunca me viu. Tem dias até que puxa um dedinho de prosa comigo, e ainda faz comentários do jogo da véspera. Quando procuro por ele, para continuar o assunto, já não está mais lá. Ontem chegou aqui de cara amarrada, com os olhos vermelhos!…

Não sei, não!… Acho que ele se droga…

Pediu 1 litro de leite e 2 pãezinhos e se mandou. Ele é muito esquisito!!! Coitada da mãe dele!!! Deve sofrer!!!

Relato da mãe:

Naquela manhã, Miguel acordou cedo, não quis tomar café. Nem ligou para o bolo que eu havia feito especialmente para ele. Não quis vestir o casaco que eu lhe dei. Disse que estava com pressa e reagiu com impaciência aos meus pedidos para que se alimentasse e se agasalhasse! Ele continua uma criança que precisa de cuidados o tempo todo. Ele já tem 14 anos, mas não tem noção do que é bom para ele.

Relato do Trocador de Ônibus:

Naquela manhã de sábado, entrou no ônibus um rapaz com toda a pinta de pivete. Cara fechada, de mal com o mundo, meio nervoso. Fiquei de olho nele, esperando que assaltasse alguém. Levava uma sacola de plástico com, provavelmente, aquilo que ele já havia roubado antes. Olhava o tempo todo para o relógio, como se estivesse admirando o que roubou. Essa juventude de hoje!!! O mundo está mesmo perdido!!! Fiquei aliviado quando ele desceu, sem ter conseguido assaltar ninguém. Também pudera!!! Ele sentia que eu estava o tempo todo de olho nele!!!

O vendedor do Mc Donald’s:

Logo de manhã, apareceu um garoto quando ainda estávamos abrindo a loja… Parecia um doido!! Queria, por que queria, que tudo parasse e ele fosse logo atendido. Queria o hamburguer para ontem!!! Ora, bolas! Como se eu fosse o empregado dele! Não era muito normal, não! Ficava andando de um lado para o outro, olhando o relógio, falando sozinho…!

O porteiro:

Esse garoto está sempre afobado! Fala com a gente e mastiga o saduíche ao mesmo tempo!! Engraçado que está sempre atrás do mesmo garoto! “Cadê o Zé? Você viu o Zé? Pra onde foi o Zé?” Ihh, não sei não! Parece coisa de boiola, sempre atrás de homem!

Relato do faxineiro:

Ah! Eu sabia! Não é de hoje que eu desconfiava desse pilantra!! Peguei ele no flagra!!!

Desde que me falaram que tem gente roubando coisas no vestiário, eu fiquei de olho, né? Ninguém presta atenção num faxineiro… Então fica mais fácil, e não deu outra!

Como quem não quer nada, eu estava lá enrolando na limpeza do vestiário, varrendo, mas prestando muita atenção no movimento. Foi quando entrou aquele garoto, olhando para todos os lados, mais para ver se alguém podia ver o que ele ia fazer… Para ele, eu não existia, seu olhar passava direto por mim. Quando ele tirou as chuteiras roubadas do saco plástico, eu não tive dúvida! Botei a boca no trombone, comecei a gritar!!!

Socorro, ladrão!! Pega ladrão, pega ladrão!!!

DINÂMICA:

Ir apresentando os painéis e complementando a estória. Antes de colocar um novo painél no quadro e ler a continuação, dar uma pausa e perguntar o que a turma acha sobre o Miguel. Será que ele é doido? Será que ele é problemático?

O que vocês acham que o Miguel é?

Após toda a estória apresentada, contar a versão do próprio Miguel.

Versão do Miguel:

Eu só penso em futebol. Fico pensando, a semana inteira, nas peladas do final de semana, nos treinos que eu assisto, do meu timão do coração, lá na Gávea. Zico é o meu maior ídolo! Tu nçao sabe o que aconteceu, ontem, lá na Gávea, meu amigo Zé veio me avisar que o próprio Zico estaria lá, no dia seguinte, testando a galera para formar como jogador de futebol no seu time. Fique logo bolado e lógico que eu queria ser testado também, né!? perguntei pro Zé se eu podia comparecer e ele disse que era só chegar com chuteiras, (óbvio), cópia da certidão de nascimento e 1 retrato. E, principalmente que chegasse na hora certa, sem me atrasar, por que o Zico é rigoroso pacas quanto ao horário.

Meu irmão, nem dormi direito esta noite. Acho que era ansiedade, dormi mal pra caramba!!! Pô, fique só pensando, imagina, ver o Zico de perto, jogar bola com ele, isso é meu sonho! Muito show, imagina só, vc não está entendendo, o Zico como meu treinador, isso é demais!

Ao me levantar, depois de uma noite horrível, fui comprar o leite e o pão para a mamãe. Detesto chegar na birosca do Seu Manoel e ver, sempre, aquela gente se “emporrando”, desde de manhã. Acho até que nem foram pra casa dormir ainda! Quando eu chego lá e esse pessoal está lá também, compro as paradas e saio fora rapidinho. Eu gosto do Seu Manoel, pena que ele não pode escolher pra quem vai vender, até por que ele precisa ganhar dinheiro.. Mas é sinistro essa galera que só fica bebendo, nada haver. Quando tá vazio até dou uma parada pra trocar uma idéia com ele, mas isso é tão raro!

Deixei o leite e o pão na cozinha. Peguei minhas chuteiras e meti o pé pra não me atrasar. Ouvi a mamãe resmungando pra comer bolo e botar o casaco, pê, maior sol lá fora, e eu nem estava visando comer em casa, sou mais o Mc Donald’s do que o bolo. Coitadinha! Ela sempre faz esse bolo, mas é que hoje estou com pressa mesmo!

O ônibus, pra variar, demorou pra caramba! Já estava boladão! Cara, se houver trânsito, não vai nem dar pra eu comer alguma coisa. Tenho até medo de passar mal no treino. Eu estava tão ansioso que toda hora olhava no relógio, como se pudesse parar o tempo.

Finalmente desci do ônibus e deu tempo de eu tirar um rango. Fui no Mac ali do lado, rezando pra neguinho me servir logo, por que eu não podia me atrasar. O pior de tudo é que o único vendedor, naquela hora, era uma lesma! Acho até que estava fazendo de propósito para me deixar mais P.

Ufa! Consegui chegar no clube na hora! Perguntei para o porteiro se ele havia visto o Zé, meu amigo. Ele disse que o Zé já tinha chegado e que devia estar no vestiário. Fui voando pra lá, olhando para todos os lados, vendo se encontrava o Zé. Entro no vestiário e só quem estava lá dentro era aquele faxineiro fofoqueiro que eu detesto. Tá sempre rondando, parece um carrapato pegajoso!… E adora puxar o saco do pessoal! Deve achar que vai levar uma graninha com isso. Mas aí que rolou a parada, do nada, quando resolvi me trocar e procurar o Zé depois, o maluco começou a gritar: – Socorro! Ladrão! Pega ladrão! Nem sei qual foi, mas quando fui ver ele estava apontando pra mim! Que sufoco! Me ferrei todo, mas consegui provar que eu estava limpo.

Finalmente, o incidente saiu melhor que a encomenda. Zico soube do ocorrido, e cada vez que me olhava começava a rir, imaginando a situação. E foi assim que fui notado e consegui ficar entre os escolhidos.

Por fim, comentar a estória falando sobre a questão do julgamento. Nós temos muita facilidade para julgar os outros, mas não devemos fazer isto por que não sabemos o que se passa na vida das outras pessoas.


Fazendo as malas

09/06/2006

TEMA: Fazendo as malas…
OBJETIVO: Provocar uma reflexão sobre o que precisamos cultivar aqui e agora que será importante para levarmos para outras vidas
IDADE: 11 a 13 anos
MATERIAL: folha de papel e lápis para cada aluno, um furador de papel, barbante, tesoura,

DINÂMICA:

Nós fomos a uma vidente e ela viu o nosso futuro (explicar que isso não é possível, que é apenas uma estória para ilustrar). Na próxima vida nós seremos um empreendedor, administrador de empresas, ou dono de um próprio negócio, como queira chamar.

Já que nós sabemos disso, podemos começar a nos preparar para a próxima encarnação.

Vamos fazer nossas malas!

Cada um deverá pegar um papel em branco e dobrar no meio. Depois colocar o papel dobrado na horizontal de forma que a dobra fique para baixo e a parte aberta para cima. O reponsável passará furando cada um, serão dois furos um em cada lado na parte de cima (aberta). Cada aluno receberá um pedaço de barbante para fazer a alça da mala.

Depois de pronta, os alunos deverão abrir a mala e escrever:

O que vocês levarão para a viagem da vida seguinte?

Vamos observar se eles colocarão objetos e coisas materiais ou valores morais.

Após o término iremos analisar alguns casos, neste momento divulgamos que assim como na vida real não podemos levar as coisas materiais para a próxima vida. Vamos riscar tudo que é material da nossa lista.

O que sobrou? Alguns estarão muito despreparados e não terão absolutamente nada. Outros que já se importaram com os valores morais, poderão estar mais preparados, mas vai depender do esforço em conseguir atingí-los hoje, nesta encarnação.

Vejamos então o que é realmente importante. Sabendo disto, refaçam suas listas e escrevam o que é realmente importante.

Discutir sobre o assunto e deixar que els levem a mala pra casa e guardem para sempre lembrarem de refazer seus objetivos lembrando do que realmente é importante nesta existência para nossa vida (que se extende após a morte)


O plano espiritual

09/06/2006

TEMA: Como é o plano espiritual
OBJETIVO: Levar a reflexão de como é o plano espiritual, da sua harmonia e a relação da sintonia entre seus habitantes, os espíritos desencarnados.
IDADE: 11 a 13 anos
MATERIAL: cartolina gigante e duas caixas de lapis de cor
DINÂMICA:

Tirar todas as cadeiras da sala, colocar a cartolina gigante no chão e pedir para que todos desenhem juntos o plano espiritual.

Depois de pronto refletir sobre o desenho. O que tem no plano espiritual:

Trabalho
Hospitais
Lazer
Moradias

Como são as relações no plano espiritual?

Será que o desenho apresenta um onda de sintonia? Como estão relacionados os “pedaços” que cada um desenhou, tem continuidade, está em harmonia?

Muitos desenham anjos com asas. Questionar…


Nosso plano de vida

27/05/2006

TEMA: Nós temos o que merecemos? Sim!
OBJETIVO: Ajudar a criança a chegar a conclusão de que todos nós temos o que merecemos e tudo que ocorre é para o nosso bem.
IDADE: 11 a 16 anos
MATERIAL: folha de papel e lápis para cada aluno
DINÂMICA:

Sabemos que a maioria de nós fazemos um plano da nossa vida e escolhemos aonde nascemos, com quem, etc…

Hoje a gente vai brincar de espírito superior. Vamos separar a turma em duplas. Cada um vai falar de você mesmo para o colega. Fale tudo

  • quais suas principais dificuldades
  • o que você faz bem
  • seus medos
  • quais os tipos de pessoas que você gosta
  • o que te faz triste
  • o que te faz feliz
  • o que você gosta de fazer
  • se você se dá bem com seus irmãos, e com os pais
  • suas qualidade e defeitos.

O outro aluno deve anotar o máximo de informações possíveis. Depois de 10 minutos troca, qem escreveu fala sobre si mesmo e quem falou escreve.
Agora que as duplas se conhecem bastante, vamos fazer o papel legal de espírito superior. Vamos fazer o planejamento reencarnatório do colega. Nós vamos montar a vida do nosso amigo.
Lembrar que a vida deve ser de acordo com suas características.

Lembrar que o espírito superior quer o nosso bem.

Ponto importantes:

  • Qual será sua profissão?
  • Vai ser rico ou pobre?
  • Vai morar aonde?
  • Vai ser famoso ou não?
  • Como será a pessoa que ele vai se casar?
  • Ele terá irmãos, muitos parentes?
  • Quais os desafios que ele irá passar?
  • Imagine uma dificuldade que vai ajudá-lo a superar um problema
  • Pelo jeito dele, ele terá muitos amigos ou será mais solitário?

Após terminarem, perdir para que troquem os papéis e cada um vai ler sua vida. Será que o que o colega planejou já acontece hoje? Nós temos o que merecemos? Será que eu percebo que o que acontece é para o meu bem? Incentivar uma conversa entre as duplas sobre as vidas montadas.


Nossa vida após a morte

13/05/2006

TEMA: Nossa vida após a morte
OBJETIVO: Fazer com que os alunos reflitam sobre a vida após a morte.
IDADE: 11 a 16 anos
MATERIAL: placas com as perguntas.

DINÂMICA:

Obs: Esta aula foi dada após a exibição do filme Amor além da vida na aula anterior.

Conversar um pouco sobre o filme, pedir para que eles contem a história, com o intuito de fefrescar a memória. Apenas relembrar a história sem explicar os fatos.

Após a conversa, separar a turma em dois grupos. Explicar que serão apresentadas algumas perguntas e que o grupo deverá conversar e chegar a uma conclusão. A cada acerto o grupo ganha um ponto. “Ganha” quem tiver mais pontos no final.

A questão da disputa não é importante, mas incentiva a participação.

Avisar que você escolherá um do grupo para responder e depois de escolher ninguém mais poderá falar e soprar a resposta, isso é só para que todos do grupo se interessem em saber qual a conclusão do grupo. Embora tenha esta “regra”, após o escolhido começar a responder, permitir que os outros colegas ajudem, quanto mais participantes do grupo falar, melhor.

Pedir para que a resposta seja exemplificada com uma situação do filme.
Depois que os dois grupos responderem, explicar remetendo aos acontecimentos do filme.

Perguntas:

O que acontece depois que morremos?

Nós percebemos que morremos? Como nos sentimos?

Como é o lugar para onde vamos após morrer?

Para onde os animais vão após a morte?

A gente escolhe para onde vai quando morre?

Como é o lugar para onde os suicidas vão?

Quem nos recebe assim que morremos?

Existe trabalho e diversão no plano espiritual?
Se existir um dos dois, cite exemplos.

Nós temos sentimentos após a morte?
Se não, o que temos? Se sim, como são?

Deus castiga a gente quando morremos?

Existe uma hora que somos julgados pelo que fizemos?

Nossa vida hoje interfere na vida após a morte?

Quais são as diferenças entre a vida na terra e a vida no plano espiritual?

O que podemos fazer hoje para melhorar a nossa vida no plano espiritual?


Sonhos pessoais

01/04/2006

TEMA: Sonhos pessoais
OBJETIVO: Falar sobre os desejos para o futuro e provocar uma reflexão afim de que nossos sonhos sejam repensados e redefinidos tendo em vista nosso objetivo maior, a felicidade.
IDADE: 11 a 16 anos
MATERIAL: papel e lápis para cada alunos.

DINÂMICA:

1º momento:

Iniciar a conversa falando sobre nossos sonhos pessoais. Perguntar para os alunos quais são seus sonhos?

Nota: Quando realizamos esta aula, os alunos responderam: Ser o melhor jogador de futebol do mundo e conhecer os Back Street Boys

Começar a perguntar sobre a questão da possibilidade de realização do sonho. É possível que o fulano seja o melhor jogador do mundo? É impossível? Discutir..

Todo sonho é possível de ser realizado. Não podemos garantir que iremos conseguir, mas também não podemos dizer que é impossível. O trabalhador Lula tinha um sonho de ser presidente. Se ele contasse para alguém na época, ninguém iria acreditar, mas o sonho foi realizado.

Falar um pouco sobre a utilidade. Será que conhecer os Back Street Boys vai mudar alguma coisa na minha vida. Vai me ajudar a evoluir de alguma forma? Após realizar este sonho eu vou ter meu conhecimento aumentado, ou ou ter melhorado em alguma coisa ou ele só ai realizar meu desejo?

Atenção: Não podemos desmerecer o sonho de ninguém, só estamos provocando uma reflexão. Não é por que o sonho não vai fazer muita diferença na minha vida que eu não vou procurar realizá-lo. Só temos que sempre ter em mente a real utilidade do sonho!

Quais são as qualidades que a pessoa precisa ter para realizar o sonho. O Ronalidinho Gaúcho foi eleito o melhor jogador de futebol do mundo por alguns anos consecutivos. Garanto que existem outros 200 jogadores que têm este mesmo sonho, mas só o Ronaldinho que conseguiu realizá-lo? Entre outras coisas quais são as qualidades que ele tem que possibilitou chegar onde ele queria? O estudo foi importante?

Pepê e Neném tiveram suas carreiras destruídas pelo empresário por que não sabiam ler e escrever…

Pode-se falar sobre os tipos de sonhos. Citei que entre os meus sonhos estão o de ter uma empresa e ser mais paciente, ou seja, os sonhos podem estar relacionados a características que queremos ter no futuro. Enfim, podem estar relacionado com o “ter” e com o “ser”.

2º momento:

Depois que todos já exercitaram a mente sobre o tema, dar um papel e um lápis pra cada um. Pedir para que eles escrevam o nome e se tiverem vergonha, fazerem uma marcação na página de modo que consigam identificar depois que aquele papel era o deles. O ideal é que os alunos possam estar em roda.

Cada aluno irá escrever um sonho que tem na folha de papel. Exemplos: ganhar um celular, ser mais calmo, ser um médico. Quando todos terminarem, pedir para que eles passem o papel para o colega da direita.

O colega irá escrever uma sugestão de algo que deve ser feito para que se consiga realizar o sonho.

Quando todos acabarem pedir para passarem novamente para o colega da direita.

Cada um deverá então escrever uma qualidade necessária para se alcançar o sonho. Após terminado passar para o colega ao lado.

Obs: É importante ir falando o que vão escrever conforme os papéis vão sendo passados. Adiantar tudo que eles vão escrever só cria confusão.

Numa próxima rodada o colega seguinte vai escrever um defeito que a pessoa não pode ter para conseguir realizar o sonho. Finalizado, passar para o colega do lado direito.

Cada um escreverá agora alguma coisa que o dono do sonho terá que estudar para realizá-lo. Quando todos acabarem passar novamente para o colega da direita.

Por fim, cada um escreverá sua opinião pessoal sobre a utilidade e a dificuldade deste sonho.

Terminado, todos se levantam para procurar seus papéis de origem. Cada um irá ler o que os colegas escreveram para ver se está de acordo com sua opinião pessoal e poder refletir sobre as diferenças.

É importante ratificar que o que está escrito é uma opinião dos colegas e não precisa ser levada como verdade absoluta. Utilizar as sugestões e opiniões do colega como material para reflexão.

2º momento – concluir:

Falar sobre a necessidade de lutarmos pelo que sonhamos e de ir em frente com garra. O sonho é o primeiro passo, mas ele não é nada sem a nossa pró-atividade em direção a realizá-lo. Temos que ter força de vontade e acreditar que somos capazes de realizar nossos sonhos, é só uma questão de tempo ou encarnações.

Mas o mais importante não é sairmos em busca de realizar todos os nossos sonhos de qualquer maneira. Antes disso precisamos pensar bem se é um sonho que vale a pena investir.

Todos nós temos um sonho em comum. Vocês sabem qual é? Todas as pessoas têm um mesmo sonho que está acima de qualquer sonho aqui comentado. Este sonho é a felicidade.

A felicidade é um sonho difícil de se realizar, vai demorar tempo, mas é o único que temos a absoluta certeza que conseguiremos atingir. Na verdade todos os outros sonhos que criamos têm, no fundo, o objetivo de chegar a felicidade. Muitos deles fogem completamente, mas é por simples ignorância nossa. Mas não tem problema, por que o máximo que pode acontecer é percebermos que não era bem esse sonho que você deveria ter corrido atrás.

Por isso, entre investir ou não, com medo de não ser o certo, o melhor é sempre investir. Você sempre estará ganhando.

Para encerrar, vamos repensar nossos sonhos e tentar descobrir se quando os alcançarmos, iremos estar mais perto da felicidade. Caso a resposta seja sim, mãos a massa e bom trabalho!


Sonho – Dinâmica dos Desenhos

01/04/2006

TEMA: Sonho – Dinâmica dos Desenhos
OBJETIVO: Mostrar como encaramos o trabalho dos próximos e sugerir uma reflexão sobre cmo podemos mudar nosso ponto de vista.
IDADE: 11 a 16 anos
MATERIAL: papel e lápis para cada alunos.

DINÂMICA:

1º momento:

Primeiramente começar falando sobre a questão dos fluidos e energia. Dizer que somos compostos do fluido cósmico universal e que ele, dependendo do seu estado, compõe tanto nosso espírito como nosso corpo e qualquer matéria, assim como a água que dependendo do calor, passa do estado sólido, para o líquido e para o gasoso.

O espírito se liga ao corpo por meio do cordão de prata que é um fluido energético. Quando morremos, o espírito se desliga do corpo e o cordão de prata é rompido. Quando dormimos, o espírito se desliga do corpo mas o cordão de prata permanece ligando o corpo ao espírito.

Então ao dormir nós, como espíritos, podemos realizar tarefas, ir para outros lugares e conversar com outros espíritos desencarnados e outros que estejam dormindo também. Muitas vezes nossos sonhos são estas atividades que realizamos. Alguém já sonhou que esteve em outro estado ou país? Será que foi possível estar lá? Não podemos garantir, mas é uma possibilidade.

Depois de introduzir o assunto pedir que os alunos falem um pouco sobre seus sonhos e comentar.

2º momento:

Colocar os alunos em roda e dar para cada um, papel e um lapis. Pedir para que cada um coloque o nome e desenhe um sonho. Pode ser um sonho que já teve ou que alguém lhe contou. Qualuqer situação de sonho.

A cada 3 minutos mais ou menos, interromper e pedir para que cada um passe o desenho que está fazendo para o colega do lado direito. O colega ao lado deverá continuar o desenho. Não é permitido falar o que estava desenhando ou o que queria desenhar. Deixar que o colega do lado continue do seu jeito.

Repetir o processo por n vezes necessárias para os desenhos começarem a se esgotar, por falta de espaço no papel ou idéia dos alunos.

Depois pedir para que todos levantem e peguem o seu desenho inicial. Pedir para que cada um comente o que achou do seu próprio desenho que foi completado pelos colegas, podendo dar uma nota de 1 a 10.

Nota: Quando realizamos esta aula eles disseram que o desenho ficou: estragado, ridículo, estranho, esquisito, muito feio, horrível, maluco, péssimo, ruim. A média das notas foi 2 e em alguns casos eles falaram mal especificamente de um pedaço do desenho.

3º momento – concluir:

Nós temos a tendência de não aceitar o trabalho do outro, principalmente quando nós iniciamos. Embora o outro tenha feito um trabalho bom, não conseguimos enxergar a beleza somente por que não foi realizado como estávamos imaginando.

Se olharmos para o desenho novamente e analizarmos. O desenho apresentado não poderia ser um sonho? Os sonhos não são todos loucos mesmo? Então por que desqualificamos? Se nós que tivéssemos feito o desenho, teríamos dado nota 10 e falado que ficou maravilhoso.

Ninguém aqui na sala é um artista e utilizou técnicas para fazer um desenho mais bonito. Todos estão no mesmo nível e todos estão bons! Precisamos mudar nosso ponto de vista e enxergar o trabalho do outro de acordo com o real resultado e não com o que esperávamos. Nesta caso nunca sairia um desenho conforme nossas expectativas, é muito difícil disso acontecer, mas não é por isso que o desenho está estragado, ridículo e horrível como vocês falaram.

Alguns falaram que o pedaço tal ficou ridículo. Imagina agora a pessoa que desenhou esse pedaço. Ela pode estar se sentindo mal com a sua observação. Lógico que a aula é justamente pra causar isso pra que vocês possam refletir e ninguém aqui vai ficar chateado com o outro por causa dos comentários, mas temos que perceber que sem querer, às vezes, ofendemos o outro com o que falamos.

Temos que ter muito cuidado ao falar sobre o trabalho dos colegas. Vocês irão passar por esta situação na faculdade e no trabalho e terão que saber como lidar com isso. Essas recomendações funcionam para o trabalho do próximo como para ele mesmo. As vezes julgamos as pessoas pelo que esperamos dela e não conseguimos mudar nosso ponto de vista para ver o que a pessoa tem de melhor.

Cada um leva para casa o seu desenho, para guardar e sempre lembrar destas lições.


Dinâmica das prendas

25/03/2006

Chamar cinco alunos para frente da sala (de preferência os mais quietos).

Pedir para que cada colega fale uma prenda para cada um fazer.
Exemplo: imitar um macaco, fingir que está narrando um jogo de futebol, virar cambalhota no chão, cantar uma música. Sugerir exemplos que não exponham o companheiro, tais como contar até dez, falar o nome de 5 animais, etc…

Anotar cada sugestão com o nome de quem indicou.

Quando acabar, pedir para os alunos que estão na frente escolher a pior situação das que foram solicitadas.

Chamar os alunos que sugeriram as piores situação e pedir para que eles mesmo a façam.

Os cinco que estavam na frente poderão voltar para seus lugares para assistir.

Não faça para o outro o que não gostaríamos que fizessem conosco.


Visão da Vida – Ponto de Vista

26/11/2005

TEMA: Visão da Vida – Ponto de Vista
OBJETIVO: Como nós encaramos os fatos de nossas vidas, como sendo um problema ou solução? Será que percebemos as oportunidades?
IDADE: 11 a 13 anos
MATERIAL: papel e lápis para cada alunos.

DINÂMICA:

A brincadeira funcionará em dupla. Algumas situações serão colocadas e cada um falará para sua dupla o que acha da situação, o que faria e como encara tal fato. O parceiro irá anotar o que percebe sobre a visão do outro.

Para exemplificar, contar a história da fábrica de sapatos.

Solicitar que os alunos falem se acham que o fato é uma Oportunidade, um Desafio, uma Solução, um Problema, etc.

Para não ficar monótono, solicitar que alguns alunos contem sobre o que o parceiro falou.

Após todas as questões serem colocadas, mostrar que sempre haverá uma oportunidade de você aprender e ser melhor com o ocorrido, por pior que pareça ser. Recolocar as situações e perguntar para que todos respondam qual a oportunidade daquela situação. Perguntar também se algum parceiro de dupla falou sobre essa oportunidade.

Comentar que é difícil percebermos as oportunidades e que tendemos a perceber apenas o lado ruim, mas isso é uma questão de ponto de vista, se mudarmos o lado podemos ser mais felizes.

Para concluir:

AONDE VC VÊ: OBSTÁCULO
ALGUÉM VÊ: término de viagem
OUTRO PERCEBE: chance de crescer

AONDE VC VÊ: MOTIVO PARA SE IRRITAR
ALGUÉM VÊ: tragédia total
OUTRO PERCEBE: prova para paciência

AONDE VC VÊ: MORTE
ALGUÉM VÊ: o fim
OUTRO PERCEBE: começo de nova etapa

AONDE VC VÊ: FORTUNA
ALGUÉM VÊ: riqueza pessoal
OUTRO PERCEBE: oportunidade de ampliar benefícios

AONDE VC VÊ: TEIMOSIA
ALGUÉM VÊ: ignorância
OUTRO PERCEBE: limitações do companheiro

Lista de situações:

  • Você é reprovado de ano e tem que fazer tudo de novo
  • Você compra alguma coisa e o caixa te dá o troco errado, com dez reais a mais
  • Você está andando na rua e uma pessoa deixa o celular cair
  • Você está na turma e entra um aluno novo
  • Você tem um amigo que tem muito dinheiro
  • Você vê um amigo seu se dando bem na vida
  • Você está adando na rua e uma pessoa cai ao seu lado
  • Você está no ônibus, não tem mais lugar e uma pessoa idosa entra.
  • Você está indo pra casa e percebe uma pessoa carregada de compras
  • Você esta em casa e alguém pede ajuda para arrumar a casa

Fábrica de Sapatos

O dono de uma famosa fábrica de sapatos colocou um anúncio no jornal para contratar um vendedor.
Apareceram vários candidatos para uma única vaga. Na seleção final, restaram dois candidatos.
Então, o dono da fábrica resolveu fazer um teste para decidir quem ficaria na vaga.
Chamou o primeiro rapaz e mandou- o a uma cidade vender sapatos.
Depois de uma semana, ele voltou, desanimado, dizendo: – O senhor me mandou para o lugar errado, pois lá ninguém tem o hábito de usar sapatos, todos andam descalços. Por isso, não pude vender nem um sapato”.
Então, o dono da fábrica mandou o segundo rapaz para a mesma cidade que voltou, dois dias depois, muito feliz, dizendo: – O lugar é maravilhoso, o senhor acertou. Chegando lá, percebi que todos andavam descalços e fui mostrando a um por um como é bom e confortável usar sapatos. Já vendi todo o estoque que levei e voltei para buscar mais.


Conhecimentos Gerais – Jogo das Placas II

12/11/2005

TEMA: Conhecimentos Gerais
OBJETIVO: Ajudar o jovem a refletir sobre o que é realmente importante para sua felicidade
IDADE: 11 a 13 anos
MATERIAL: giz para quadro negro ou pilot para quadro branco, 5 placas com a letra A, 5 placas com a letra B, 5 placas com a letra C e 5 placas com a letra D, folhas com as perguntas e opções de respostas impressas.

Obs: O jogo prevê uma turma com 20 alunos, que serão separados em grupos de 4 participantes, em um total de 5 grupos. Altere o número das placas conforme o número de grupos necessários.

DINÂMICA:

Separar a turma em grupos de 4 participantes. O jogo funcionará por rodadas. A cada rodada será feita uma pergunta com 4 possíveis opções de resposta. O grupo deverá discutir entre si e levantar uma das placas com a letra correspondente à opção que eles acharam a correta.

Após todos os grupos levantarem, os mesmos terão que defender sua idéia, explicando por que escolheram aquela opção.

Após todos terem falado, a resposta certa é revelada e o orientador fala um pouco sobre o assunto, focando principalmente nos erros cometidos pelos alunos.

Obs: As opções apresentadas a seguir seguem uma ordem, sendo a primeira absurda e a última a correta. Ao apresentar é aconselhável embaralhar as opções.

PERGUNTAS e RESPOSTAS

O PENSAMENTO É MATÉRIA?
a) Não, é constituído de espírito
b) Sim, também é destruído quando morremos
c) Não, por que não podemos tocar
d) Sim, é formado de uma transformação do elemento primitivo.

EXISTE VIDA NO SOL?
a) Sim, o inferno é lá
b) Não, é muito quente
c) Não, só existe vida na Terra
d) Sim, o Sol é energia pura e lá habitam espíritos evoluídos
OS ANIMAIS TÊM ESPÍRITO?
a) Não, têm apenas um princípio vital
b) Sim, são espíritos menos evoluídos
c) Não, só possuem instinto
d) Sim, possuem um princípio inteligente
DEUS AINDA CRIA ESPÍRITOS?
a) Sim, cria espíritos evoluídos, por que a Terra já evoluiu também
b) Não, pois já existe uma super população na Terra
c) Não, somente os espíritos que já existem que reencarnam
d) Sim, cria espíritos em estado de simplicidade e sem conhecimento até hoje
POR QUE JESUS NOS FALA “ENTRAI PELA PORTA ESTREITA…”?
a) Por que para ser feliz a gente tem que sofrer antes
c) Por que precisamos nos manter esbeltos
b) Por que o caminho da felicidade nos sacrifica
d) Por que o caminho da felicidade é difícil

O QUE É O REINO DE DEUS?
a) É um lugar no plano espiritual que tem muitas riquezas
b) É um lugar no plano espiritual onde vivem os bons espíritos
c) É a felicidade
d) É um estado de espírito individual e interior
QUANDO EU PENSO O MAL PARA ALGUÉM…
a) Prejudico a mim e ao outro.
b) A pessoa fica doente
c) Nada acontece, só pensei
d) Eu recebo o mal em forma de vibração e sintonia
QUAL OPÇÃO ABAIXO NÃO É UM EXEMPLO DE AMOR AO PRÓXIMO?
a) Cooperar com as dificuldades do outro
b) Não “zoar” nem fazer piadinhas com o outro.
c) Ouvir o que o outro tem a dizer
d) Ignorar o outro quando existem opiniões diferentes

O QUE É MAIS IMPORTANTE NA VIDA
a) Ser legal e ter muitos amigos
b) Se esforçar para melhorar sempre
c) Ser o mais inteligente
d) Conquistar um reconhecimento pelo que você é

POR QUE ESTAREMOS CONSTRUINDO NOSSA CASA NA ROCHA AO SEGUIR OS ENSINAMENTOS DE JESUS?

“Cada componente do grupo vai falar um pouco sobre o assunto”