Força de Vontade

22/09/2006

Muitas vezes um pequeno empurrãozinho é suficiente para que nossa força de vontade seja impulsionada e, com isso, algumas situações de nossa vida podem ser melhoradas. A vontade é a mola propulsora da ação, do trabalho, do esforço próprio, que leva o Espírito a desenvolver seu potencial interior.

OBJETIVO: conscientizar o grupo de que a vontade é uma das maiores potências do espírito e que, se tivermos firmeza, podemos promover nossa melhora, vencendo as más inclinações e o desânimo.
MATERIAL: papel e lápis

COMO APLICAR: contar uma história onde a força de vontade é o diferencial para o êxito; vc pode achar boas histórias nestes sites:
http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/

http://www.momento.com.br/

http://www.techs.com.br/meimei/entrada.htm clicando em histórias

http://www.edicoesgil.com.br/educador/boasvindas.html

Leve também exemplos reais de pessoas, que por força de vontade, alcançaram suas metas (Helen keller, Marina Silva, Gandhi, Albert Schweitzer, Janusz Korczak )

Após a leitura da história e a apresentação dos exemplos reais, distribuir o papel e o lápis e colocar no quadro as questões para reflexão individual:

alguma coisa que gosto em mim

algo que dizem de mim e eu não concordo

uma coisa chata que eu não gostaria que ninguém soubesse sobre mim

algo que eu posso ensinar a alguém

Explicar ao grupo que para desenvolver nossa vontade é preciso nos conhecer melhor, aceitando nossas dificuldades, percebendo como lidamos com o que nos agrada ou com o que nos desagrada.

Dinâmica complementar:Cada um recebe papel e lápis, onde anotará a principal virtude que acha do companheiro sentado a sua direita, sem identificar a pessoa, apenas colocará a qualidade, por exemplo: honestidade, simpatia, e assim por diante.

Os papéis serão dobrados, recolhidos e misturados. O educador então começa a ler as virtudes e grupo tentará identificar quem assume melhor aquelas características.

O mais votado recebe o papel e guarda até o final do jogo. Quando todos os papéis forem distribuídos cada um deve dizer como se sentiu, sendo identificado por aquela característica: se concorda ou não que ela seja sua característica mais marcante.

Neste momento, um membro do grupo revela o que escreveu sobre o seu amigo da direita e justifica. Após todos serem identificados, é ressaltada a importância de nos habituarmos a enxergar as virtudes, aceitar defeitos para viver em harmonia com o mundo.


APRENDENDO com o JOGO da VELHA

19/09/2006

OBJETIVO: trabalhar a teoria da Doutrina dos Espíritos de maneira divertida. Este jogo pode ser usado para trabalhar conceitos novos, reforçar o conhecimento básico do Espiritismo ou para rever temas aprendidos em aulas anteriores.

MATERIAL: folha de papel pardo com o jogo da velha e o tema a ser trabalhado, desenhado e escrito grande o suficiente para que todos possam ler de seus lugares na sala de aula ; os símbolos do jogo da velha + e O recortados em cartolina, pelo menos 6 unidades de cada.

COMO APLICAR: em cada espaço que corresponde a uma “casa” do jogo da velha, escrever o tema que será trabalhado.O ideal é que esta etapa seja feita anteriormente, em casa.

Exemplo: para uma aula de reforço sobre a teoria básica da Doutrina, as 9 “casas” do jogo da velha podem ter as palavras – EVANGELIZAÇÃO; REINO DE DEUS; REENCARNAÇÃO; PLANETA TERRA; SOLIDARIEDADE; LIVRE-ARBÍTRIO; LEI DE CAUSA E EFEITO; PERDÃO; EGOÍSMO, onde cada palavra é escrita em uma “casa” do jogo.

A turma se divide em dois grupos, onde um grupo representa + e o outro, O. Alternadamente, os grupos escolhem uma palavra e dão a definição oralmente. A medida que vão acertando, os símbolos do jogo vão sendo marcados. A escolha das palavras devem visar o traçado de uma linha horizontal, vertical ou em diagonal, que é como funciona um jogo da velha tradicional. É importante o grupo perceber sózinho esta necessidade. Vence quem fizer primeiro a linha em um dos sentidos.

VARIAÇÕES: em cada “casa” do jogo da velha escrever a definição e o grupo precisa descobrir sobre o que se está falando.

Exemplo: maior ensinamento de Jesus (amor); forte mecanismo que nos impulsiona ao trabalho, ao esforço e ao progresso (vontade); conversa sincera com Deus e com os amigos espirituais e que nos trazem inspiração e conforto
(prece).


O LAÇO e o ABRAÇO

19/09/2006

OBJETIVO: através de uma brincadeira divertida com um pedaço de pano, mostrar ao grupo, a semelhança de situações para se dar um laço e para demonstrar um sentimento.

MATERIAL: um pedaço de pano, de preferência com uma estampa alegre e divertida, de 60 cm de largura por 2m de comprimento.

COMO APLICAR: o texto abaixo nos traz vários exemplos de situações que podemos experimentar com o grupo, atando e desatando, apertando ou afrouxando, e assim por diante, onde, de acordo com o movimento, faremos reflexões sobre sentimentos diversos, como amor, amizade, respeito e a maneira como lidamos com eles.

Segue o texto recebido por e.mail, autoria de Maria Beatriz Marinho dos Anjos.

O Laço e o Abraço

Meu Deus!!! Como é engraçado!…
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço…
Uma fita dando voltas? Se enrosca…
Mas não se embola , vira, revira, circula e pronto: está dado o abraço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.

É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando
devagarinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E na fita que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento? Como um pedaço de fita?
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.

Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz – romperam-se os laços.-
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.

Então o amor é isso…
Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.


Montando o Corpo Humano

04/08/2006

TEMA: Montando o corpo humano
OBJETIVO: Mostrar para os alunos como é importante a comunicação e o trabalho em grupo
IDADE: 11 a 16 anos
MATERIAL: 6 cartolinas (5 grupos + 1), cola, tesoura, 5 envelopes, fichas (ver preparação), lápis de cor, lápis de cera
Obs: A dinâmica prevê 5 grupos com 3 a 5 participantes

PREPARAÇÃO:

Cada envelope terá duas fichas com uma parte do corpo humano escrita. São elas:

Cabeça, Tronco, Braço direito, Braço esquerdo, Mão direita, Mão esquerda, Perna direita, Perna esquerda, Pé direito, Pé esquerdo.

Colocar de preferência partes bem diferentes, por exemplo, cabeça com pé direito, mão esquerda com perna direita, tronco com mão direita, etc…

Fichas com as partes do corpo humano

DINÂMICA:

A turma é dividida em 5 grupos. Cada grupo recebe um envelope contendo duas fichas com parte do corpo humano. Ao entregar o envelope para o grupo, dizer que nele haverá dois desenhos a serem feitos.

Atenção: Não dizer que são partes do corpo humano.

Separar os grupos em lugares diferentes, se possível, salas diferentes. Avisar que ao terminar eles irão juntar os desenhos. Dizer apenas que irão juntar, sem dar mais explicações.

Deixar que eles desenhem. Não sugerir, mas se alguém do grupo quiser bisbilhotar o desenho dos outros, pode permitir. Será muito legal se eles tiverem esta idéia e se comunicarem entre si para realizar um desenho coerente.

Após todos terem desenhado, os grupos se reúnem de volta e juntos irão, cortar seus desenhos de suas cartolinas e colar monstando o corpo humano na cartolina final.

Após montado, muito provavelmente o desenho estará maluco. Conversar sobre o trabalho em equipe, sobre comunicação, como poderia ficar melhor se um grupo ajudasse o outro, etc…


Caso Miguel: Não devemos julgar os outros

14/07/2006

TEMA: Como julgamos os outros
OBJETIVO: Mostrar através de uma estória como é fácil julgarmos os outros e principalmente como não devemos fazer isto.
IDADE: 11 a 13 anos
MATERIAL: painéis preparados.
PREPARAÇÃO:

Iremos preparar 6 painéis com pedaços da estória. Pode ser feito com papel cartolina ou papel pardo. Se possível fazer umas ilustrações para descontrair. Cada relato é um painél.
Relato do padeiro:

Esse menino não é muito certo da bola não. Ás vezes, cumprimenta a gente,o utras vezes parece que nunca me viu. Tem dias até que puxa um dedinho de prosa comigo, e ainda faz comentários do jogo da véspera. Quando procuro por ele, para continuar o assunto, já não está mais lá. Ontem chegou aqui de cara amarrada, com os olhos vermelhos!…

Não sei, não!… Acho que ele se droga…

Pediu 1 litro de leite e 2 pãezinhos e se mandou. Ele é muito esquisito!!! Coitada da mãe dele!!! Deve sofrer!!!

Relato da mãe:

Naquela manhã, Miguel acordou cedo, não quis tomar café. Nem ligou para o bolo que eu havia feito especialmente para ele. Não quis vestir o casaco que eu lhe dei. Disse que estava com pressa e reagiu com impaciência aos meus pedidos para que se alimentasse e se agasalhasse! Ele continua uma criança que precisa de cuidados o tempo todo. Ele já tem 14 anos, mas não tem noção do que é bom para ele.

Relato do Trocador de Ônibus:

Naquela manhã de sábado, entrou no ônibus um rapaz com toda a pinta de pivete. Cara fechada, de mal com o mundo, meio nervoso. Fiquei de olho nele, esperando que assaltasse alguém. Levava uma sacola de plástico com, provavelmente, aquilo que ele já havia roubado antes. Olhava o tempo todo para o relógio, como se estivesse admirando o que roubou. Essa juventude de hoje!!! O mundo está mesmo perdido!!! Fiquei aliviado quando ele desceu, sem ter conseguido assaltar ninguém. Também pudera!!! Ele sentia que eu estava o tempo todo de olho nele!!!

O vendedor do Mc Donald’s:

Logo de manhã, apareceu um garoto quando ainda estávamos abrindo a loja… Parecia um doido!! Queria, por que queria, que tudo parasse e ele fosse logo atendido. Queria o hamburguer para ontem!!! Ora, bolas! Como se eu fosse o empregado dele! Não era muito normal, não! Ficava andando de um lado para o outro, olhando o relógio, falando sozinho…!

O porteiro:

Esse garoto está sempre afobado! Fala com a gente e mastiga o saduíche ao mesmo tempo!! Engraçado que está sempre atrás do mesmo garoto! “Cadê o Zé? Você viu o Zé? Pra onde foi o Zé?” Ihh, não sei não! Parece coisa de boiola, sempre atrás de homem!

Relato do faxineiro:

Ah! Eu sabia! Não é de hoje que eu desconfiava desse pilantra!! Peguei ele no flagra!!!

Desde que me falaram que tem gente roubando coisas no vestiário, eu fiquei de olho, né? Ninguém presta atenção num faxineiro… Então fica mais fácil, e não deu outra!

Como quem não quer nada, eu estava lá enrolando na limpeza do vestiário, varrendo, mas prestando muita atenção no movimento. Foi quando entrou aquele garoto, olhando para todos os lados, mais para ver se alguém podia ver o que ele ia fazer… Para ele, eu não existia, seu olhar passava direto por mim. Quando ele tirou as chuteiras roubadas do saco plástico, eu não tive dúvida! Botei a boca no trombone, comecei a gritar!!!

Socorro, ladrão!! Pega ladrão, pega ladrão!!!

DINÂMICA:

Ir apresentando os painéis e complementando a estória. Antes de colocar um novo painél no quadro e ler a continuação, dar uma pausa e perguntar o que a turma acha sobre o Miguel. Será que ele é doido? Será que ele é problemático?

O que vocês acham que o Miguel é?

Após toda a estória apresentada, contar a versão do próprio Miguel.

Versão do Miguel:

Eu só penso em futebol. Fico pensando, a semana inteira, nas peladas do final de semana, nos treinos que eu assisto, do meu timão do coração, lá na Gávea. Zico é o meu maior ídolo! Tu nçao sabe o que aconteceu, ontem, lá na Gávea, meu amigo Zé veio me avisar que o próprio Zico estaria lá, no dia seguinte, testando a galera para formar como jogador de futebol no seu time. Fique logo bolado e lógico que eu queria ser testado também, né!? perguntei pro Zé se eu podia comparecer e ele disse que era só chegar com chuteiras, (óbvio), cópia da certidão de nascimento e 1 retrato. E, principalmente que chegasse na hora certa, sem me atrasar, por que o Zico é rigoroso pacas quanto ao horário.

Meu irmão, nem dormi direito esta noite. Acho que era ansiedade, dormi mal pra caramba!!! Pô, fique só pensando, imagina, ver o Zico de perto, jogar bola com ele, isso é meu sonho! Muito show, imagina só, vc não está entendendo, o Zico como meu treinador, isso é demais!

Ao me levantar, depois de uma noite horrível, fui comprar o leite e o pão para a mamãe. Detesto chegar na birosca do Seu Manoel e ver, sempre, aquela gente se “emporrando”, desde de manhã. Acho até que nem foram pra casa dormir ainda! Quando eu chego lá e esse pessoal está lá também, compro as paradas e saio fora rapidinho. Eu gosto do Seu Manoel, pena que ele não pode escolher pra quem vai vender, até por que ele precisa ganhar dinheiro.. Mas é sinistro essa galera que só fica bebendo, nada haver. Quando tá vazio até dou uma parada pra trocar uma idéia com ele, mas isso é tão raro!

Deixei o leite e o pão na cozinha. Peguei minhas chuteiras e meti o pé pra não me atrasar. Ouvi a mamãe resmungando pra comer bolo e botar o casaco, pê, maior sol lá fora, e eu nem estava visando comer em casa, sou mais o Mc Donald’s do que o bolo. Coitadinha! Ela sempre faz esse bolo, mas é que hoje estou com pressa mesmo!

O ônibus, pra variar, demorou pra caramba! Já estava boladão! Cara, se houver trânsito, não vai nem dar pra eu comer alguma coisa. Tenho até medo de passar mal no treino. Eu estava tão ansioso que toda hora olhava no relógio, como se pudesse parar o tempo.

Finalmente desci do ônibus e deu tempo de eu tirar um rango. Fui no Mac ali do lado, rezando pra neguinho me servir logo, por que eu não podia me atrasar. O pior de tudo é que o único vendedor, naquela hora, era uma lesma! Acho até que estava fazendo de propósito para me deixar mais P.

Ufa! Consegui chegar no clube na hora! Perguntei para o porteiro se ele havia visto o Zé, meu amigo. Ele disse que o Zé já tinha chegado e que devia estar no vestiário. Fui voando pra lá, olhando para todos os lados, vendo se encontrava o Zé. Entro no vestiário e só quem estava lá dentro era aquele faxineiro fofoqueiro que eu detesto. Tá sempre rondando, parece um carrapato pegajoso!… E adora puxar o saco do pessoal! Deve achar que vai levar uma graninha com isso. Mas aí que rolou a parada, do nada, quando resolvi me trocar e procurar o Zé depois, o maluco começou a gritar: – Socorro! Ladrão! Pega ladrão! Nem sei qual foi, mas quando fui ver ele estava apontando pra mim! Que sufoco! Me ferrei todo, mas consegui provar que eu estava limpo.

Finalmente, o incidente saiu melhor que a encomenda. Zico soube do ocorrido, e cada vez que me olhava começava a rir, imaginando a situação. E foi assim que fui notado e consegui ficar entre os escolhidos.

Por fim, comentar a estória falando sobre a questão do julgamento. Nós temos muita facilidade para julgar os outros, mas não devemos fazer isto por que não sabemos o que se passa na vida das outras pessoas.


Fazendo as malas

09/06/2006

TEMA: Fazendo as malas…
OBJETIVO: Provocar uma reflexão sobre o que precisamos cultivar aqui e agora que será importante para levarmos para outras vidas
IDADE: 11 a 13 anos
MATERIAL: folha de papel e lápis para cada aluno, um furador de papel, barbante, tesoura,

DINÂMICA:

Nós fomos a uma vidente e ela viu o nosso futuro (explicar que isso não é possível, que é apenas uma estória para ilustrar). Na próxima vida nós seremos um empreendedor, administrador de empresas, ou dono de um próprio negócio, como queira chamar.

Já que nós sabemos disso, podemos começar a nos preparar para a próxima encarnação.

Vamos fazer nossas malas!

Cada um deverá pegar um papel em branco e dobrar no meio. Depois colocar o papel dobrado na horizontal de forma que a dobra fique para baixo e a parte aberta para cima. O reponsável passará furando cada um, serão dois furos um em cada lado na parte de cima (aberta). Cada aluno receberá um pedaço de barbante para fazer a alça da mala.

Depois de pronta, os alunos deverão abrir a mala e escrever:

O que vocês levarão para a viagem da vida seguinte?

Vamos observar se eles colocarão objetos e coisas materiais ou valores morais.

Após o término iremos analisar alguns casos, neste momento divulgamos que assim como na vida real não podemos levar as coisas materiais para a próxima vida. Vamos riscar tudo que é material da nossa lista.

O que sobrou? Alguns estarão muito despreparados e não terão absolutamente nada. Outros que já se importaram com os valores morais, poderão estar mais preparados, mas vai depender do esforço em conseguir atingí-los hoje, nesta encarnação.

Vejamos então o que é realmente importante. Sabendo disto, refaçam suas listas e escrevam o que é realmente importante.

Discutir sobre o assunto e deixar que els levem a mala pra casa e guardem para sempre lembrarem de refazer seus objetivos lembrando do que realmente é importante nesta existência para nossa vida (que se extende após a morte)


O plano espiritual

09/06/2006

TEMA: Como é o plano espiritual
OBJETIVO: Levar a reflexão de como é o plano espiritual, da sua harmonia e a relação da sintonia entre seus habitantes, os espíritos desencarnados.
IDADE: 11 a 13 anos
MATERIAL: cartolina gigante e duas caixas de lapis de cor
DINÂMICA:

Tirar todas as cadeiras da sala, colocar a cartolina gigante no chão e pedir para que todos desenhem juntos o plano espiritual.

Depois de pronto refletir sobre o desenho. O que tem no plano espiritual:

Trabalho
Hospitais
Lazer
Moradias

Como são as relações no plano espiritual?

Será que o desenho apresenta um onda de sintonia? Como estão relacionados os “pedaços” que cada um desenhou, tem continuidade, está em harmonia?

Muitos desenham anjos com asas. Questionar…


Nosso plano de vida

27/05/2006

TEMA: Nós temos o que merecemos? Sim!
OBJETIVO: Ajudar a criança a chegar a conclusão de que todos nós temos o que merecemos e tudo que ocorre é para o nosso bem.
IDADE: 11 a 16 anos
MATERIAL: folha de papel e lápis para cada aluno
DINÂMICA:

Sabemos que a maioria de nós fazemos um plano da nossa vida e escolhemos aonde nascemos, com quem, etc…

Hoje a gente vai brincar de espírito superior. Vamos separar a turma em duplas. Cada um vai falar de você mesmo para o colega. Fale tudo

  • quais suas principais dificuldades
  • o que você faz bem
  • seus medos
  • quais os tipos de pessoas que você gosta
  • o que te faz triste
  • o que te faz feliz
  • o que você gosta de fazer
  • se você se dá bem com seus irmãos, e com os pais
  • suas qualidade e defeitos.

O outro aluno deve anotar o máximo de informações possíveis. Depois de 10 minutos troca, qem escreveu fala sobre si mesmo e quem falou escreve.
Agora que as duplas se conhecem bastante, vamos fazer o papel legal de espírito superior. Vamos fazer o planejamento reencarnatório do colega. Nós vamos montar a vida do nosso amigo.
Lembrar que a vida deve ser de acordo com suas características.

Lembrar que o espírito superior quer o nosso bem.

Ponto importantes:

  • Qual será sua profissão?
  • Vai ser rico ou pobre?
  • Vai morar aonde?
  • Vai ser famoso ou não?
  • Como será a pessoa que ele vai se casar?
  • Ele terá irmãos, muitos parentes?
  • Quais os desafios que ele irá passar?
  • Imagine uma dificuldade que vai ajudá-lo a superar um problema
  • Pelo jeito dele, ele terá muitos amigos ou será mais solitário?

Após terminarem, perdir para que troquem os papéis e cada um vai ler sua vida. Será que o que o colega planejou já acontece hoje? Nós temos o que merecemos? Será que eu percebo que o que acontece é para o meu bem? Incentivar uma conversa entre as duplas sobre as vidas montadas.


Nossa vida após a morte

13/05/2006

TEMA: Nossa vida após a morte
OBJETIVO: Fazer com que os alunos reflitam sobre a vida após a morte.
IDADE: 11 a 16 anos
MATERIAL: placas com as perguntas.

DINÂMICA:

Obs: Esta aula foi dada após a exibição do filme Amor além da vida na aula anterior.

Conversar um pouco sobre o filme, pedir para que eles contem a história, com o intuito de fefrescar a memória. Apenas relembrar a história sem explicar os fatos.

Após a conversa, separar a turma em dois grupos. Explicar que serão apresentadas algumas perguntas e que o grupo deverá conversar e chegar a uma conclusão. A cada acerto o grupo ganha um ponto. “Ganha” quem tiver mais pontos no final.

A questão da disputa não é importante, mas incentiva a participação.

Avisar que você escolherá um do grupo para responder e depois de escolher ninguém mais poderá falar e soprar a resposta, isso é só para que todos do grupo se interessem em saber qual a conclusão do grupo. Embora tenha esta “regra”, após o escolhido começar a responder, permitir que os outros colegas ajudem, quanto mais participantes do grupo falar, melhor.

Pedir para que a resposta seja exemplificada com uma situação do filme.
Depois que os dois grupos responderem, explicar remetendo aos acontecimentos do filme.

Perguntas:

O que acontece depois que morremos?

Nós percebemos que morremos? Como nos sentimos?

Como é o lugar para onde vamos após morrer?

Para onde os animais vão após a morte?

A gente escolhe para onde vai quando morre?

Como é o lugar para onde os suicidas vão?

Quem nos recebe assim que morremos?

Existe trabalho e diversão no plano espiritual?
Se existir um dos dois, cite exemplos.

Nós temos sentimentos após a morte?
Se não, o que temos? Se sim, como são?

Deus castiga a gente quando morremos?

Existe uma hora que somos julgados pelo que fizemos?

Nossa vida hoje interfere na vida após a morte?

Quais são as diferenças entre a vida na terra e a vida no plano espiritual?

O que podemos fazer hoje para melhorar a nossa vida no plano espiritual?


Sonhos pessoais

01/04/2006

TEMA: Sonhos pessoais
OBJETIVO: Falar sobre os desejos para o futuro e provocar uma reflexão afim de que nossos sonhos sejam repensados e redefinidos tendo em vista nosso objetivo maior, a felicidade.
IDADE: 11 a 16 anos
MATERIAL: papel e lápis para cada alunos.

DINÂMICA:

1º momento:

Iniciar a conversa falando sobre nossos sonhos pessoais. Perguntar para os alunos quais são seus sonhos?

Nota: Quando realizamos esta aula, os alunos responderam: Ser o melhor jogador de futebol do mundo e conhecer os Back Street Boys

Começar a perguntar sobre a questão da possibilidade de realização do sonho. É possível que o fulano seja o melhor jogador do mundo? É impossível? Discutir..

Todo sonho é possível de ser realizado. Não podemos garantir que iremos conseguir, mas também não podemos dizer que é impossível. O trabalhador Lula tinha um sonho de ser presidente. Se ele contasse para alguém na época, ninguém iria acreditar, mas o sonho foi realizado.

Falar um pouco sobre a utilidade. Será que conhecer os Back Street Boys vai mudar alguma coisa na minha vida. Vai me ajudar a evoluir de alguma forma? Após realizar este sonho eu vou ter meu conhecimento aumentado, ou ou ter melhorado em alguma coisa ou ele só ai realizar meu desejo?

Atenção: Não podemos desmerecer o sonho de ninguém, só estamos provocando uma reflexão. Não é por que o sonho não vai fazer muita diferença na minha vida que eu não vou procurar realizá-lo. Só temos que sempre ter em mente a real utilidade do sonho!

Quais são as qualidades que a pessoa precisa ter para realizar o sonho. O Ronalidinho Gaúcho foi eleito o melhor jogador de futebol do mundo por alguns anos consecutivos. Garanto que existem outros 200 jogadores que têm este mesmo sonho, mas só o Ronaldinho que conseguiu realizá-lo? Entre outras coisas quais são as qualidades que ele tem que possibilitou chegar onde ele queria? O estudo foi importante?

Pepê e Neném tiveram suas carreiras destruídas pelo empresário por que não sabiam ler e escrever…

Pode-se falar sobre os tipos de sonhos. Citei que entre os meus sonhos estão o de ter uma empresa e ser mais paciente, ou seja, os sonhos podem estar relacionados a características que queremos ter no futuro. Enfim, podem estar relacionado com o “ter” e com o “ser”.

2º momento:

Depois que todos já exercitaram a mente sobre o tema, dar um papel e um lápis pra cada um. Pedir para que eles escrevam o nome e se tiverem vergonha, fazerem uma marcação na página de modo que consigam identificar depois que aquele papel era o deles. O ideal é que os alunos possam estar em roda.

Cada aluno irá escrever um sonho que tem na folha de papel. Exemplos: ganhar um celular, ser mais calmo, ser um médico. Quando todos terminarem, pedir para que eles passem o papel para o colega da direita.

O colega irá escrever uma sugestão de algo que deve ser feito para que se consiga realizar o sonho.

Quando todos acabarem pedir para passarem novamente para o colega da direita.

Cada um deverá então escrever uma qualidade necessária para se alcançar o sonho. Após terminado passar para o colega ao lado.

Obs: É importante ir falando o que vão escrever conforme os papéis vão sendo passados. Adiantar tudo que eles vão escrever só cria confusão.

Numa próxima rodada o colega seguinte vai escrever um defeito que a pessoa não pode ter para conseguir realizar o sonho. Finalizado, passar para o colega do lado direito.

Cada um escreverá agora alguma coisa que o dono do sonho terá que estudar para realizá-lo. Quando todos acabarem passar novamente para o colega da direita.

Por fim, cada um escreverá sua opinião pessoal sobre a utilidade e a dificuldade deste sonho.

Terminado, todos se levantam para procurar seus papéis de origem. Cada um irá ler o que os colegas escreveram para ver se está de acordo com sua opinião pessoal e poder refletir sobre as diferenças.

É importante ratificar que o que está escrito é uma opinião dos colegas e não precisa ser levada como verdade absoluta. Utilizar as sugestões e opiniões do colega como material para reflexão.

2º momento – concluir:

Falar sobre a necessidade de lutarmos pelo que sonhamos e de ir em frente com garra. O sonho é o primeiro passo, mas ele não é nada sem a nossa pró-atividade em direção a realizá-lo. Temos que ter força de vontade e acreditar que somos capazes de realizar nossos sonhos, é só uma questão de tempo ou encarnações.

Mas o mais importante não é sairmos em busca de realizar todos os nossos sonhos de qualquer maneira. Antes disso precisamos pensar bem se é um sonho que vale a pena investir.

Todos nós temos um sonho em comum. Vocês sabem qual é? Todas as pessoas têm um mesmo sonho que está acima de qualquer sonho aqui comentado. Este sonho é a felicidade.

A felicidade é um sonho difícil de se realizar, vai demorar tempo, mas é o único que temos a absoluta certeza que conseguiremos atingir. Na verdade todos os outros sonhos que criamos têm, no fundo, o objetivo de chegar a felicidade. Muitos deles fogem completamente, mas é por simples ignorância nossa. Mas não tem problema, por que o máximo que pode acontecer é percebermos que não era bem esse sonho que você deveria ter corrido atrás.

Por isso, entre investir ou não, com medo de não ser o certo, o melhor é sempre investir. Você sempre estará ganhando.

Para encerrar, vamos repensar nossos sonhos e tentar descobrir se quando os alcançarmos, iremos estar mais perto da felicidade. Caso a resposta seja sim, mãos a massa e bom trabalho!